quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Cuidados para não derreter os lucros
De setembro a março, são consumidos 70% do total de sorvetes produzidos no País: 900 milhões de litros, entre picolé e sorvete de massa e de casquinha (soft), segundo informações da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis).
Desta forma, por se tratar de uma das categorias mais importantes para a estação mais quente do ano, os supermercadistas não devem poupar esforços para elevar suas vendas, que podem ser incrementadas com a adoção de estratégias de marketing bem planejadas e realizadas em parceria com os fornecedores.
Para garantir a satisfação do consumidor no ponto-de-venda, é importante seguir critérios apropriados de recebimento, armazenagem e exposição para este tipo de alimento. Adotar práticas adequadas em relação a esses três itens garantirá mercadorias saborosas, cremosas e altamente lucrativas.
Recebimento
Os sorvetes exigem atenção especial. Sua temperatura de conservação precisa ser mantida durante todo o percurso, desde a indústria até a loja, em no máximo -18°C. Para garantir isso, o supermercadista deve:
Determinar que os veículos responsáveis pela entrega estacionem o mais próximo possível do local de recebimento e armazenagem.
Monitorar a temperatura do baú do caminhão e, se possível, a do produto com a utilização de um termômetro infravermelho, observando possíveis sinais de descongelamento. Além disso, analisar as condições sanitárias e de conservação dos caminhões.
Verificar se as embalagens não estão violadas ou danificadas, bem como o prazo de validade do lote recebido.
Checar se a mercadoria não foi transportada com outros produtos, pois sorvetes têm grande propensão à absorção de odores.
Armazenagem
Após a conferência, a carga de sorvetes deverá ser imediatamente encaminhada para a área refrigerada para que não descongele, pois, caso isso ocorra, as características da mercadoria serão profundamente alteradas. “O sorvete é uma emulsão de gordura, leite e ar, um de seus componentes mais importantes. Ao ser descongelado, o ar é perdido e, como conseqüências, estão modificações de volume, consistência e sabor”, explica a coordenadora do grupo de engenharia e pós-colheita do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), Márcia Paisano Soler.
Portanto, é essencial armazenar adequadamente os sorvetes. Para isso, alguns cuidados são indispensáveis:
Encaminhá-los imedi- atamente para a área refrigerada e os manter em câmara regulada a -25°C. No ponto-de-venda, deve-se ajustar o termostato para -18°C.
Jamais acondicioná-los com outros alimentos, principalmente aqueles cujos odores pos- sam ser transmitidos a eles, como carne, peixes e frutos do mar. Em su-ma, os sorvetes devem ficar em freezeres exclusivos.
Mantê-los distantes do chão e a 20 centímetros das paredes e a 10 centímetros do teto, prática que facilita a circulação do ar e evita contaminações e sujidades no equipamento.
Por fim, controlar periodicamente a temperatura dos balcões de refrigeração e fazer a manutenção preventiva dos mesmos.
Exposição
Mesmo com vendas elevadas, há como adotar estratégias que impulsionem ainda mais o giro da categoria durante o verão. Com este objetivo, os especialistas da área recomendam:
Criar pontos extras para aumentar a penetração da categoria, como instalar freezeres no check out e próximos às saídas.
Promover degustações, principalmente de lançamentos, a fim de estimular a divulgação destes produtos.
Realizar ações do tipo “comprou, ganhou”, tais como na compra de determinada quantia de embalagens, o consumidor ganha outro produto da marca (lançamento) ou um brinde.
Veículo: Revista SuperHiper novembro de 2008
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Brigadeiro de Mandioca
Rendimento: 16 porçõesTempo de preparo: 1 h
Valor Calórico: 178,46 kcal
Ingredientes:
1 ½ xícara (chá) de Mandioca
2 colheres (sopa) de Margarina
10 colheres (sopa) de Açúcar
Como se portar em festas corporativas

domingo, 4 de janeiro de 2009
BOLO DE MILHO VERDE

INGREDIENTES 1 lata de milho verde com a água;
1 lata de leite condensado;
1 colher de sopa de margarina;
1 pacote de coco ralado;
1 colher de sopa de fermento em pó;
2 ovos inteiros;
2copos de trigo.
MODO DE PREPARO Bata todos os ingredientes no liquidificador, menos o fermento. Coloque o conteúdo em uma tigela adicione o fermento e mexa muito bem.
Unte uma forma coloque a massa leve ao forno para assar por 35 minutos.
Fonte: http://www.tudogostoso.com.br/
Diferenças entre farinha de milho e farinha de mandioca

Farinha de milho ....................3,9 g
Farinha de mandioca .............0,5 g
Farinha de milho ......................2 g
Farinha de mandioca ............0,5 g
Farinha de mandioca ............. 25 g
Farinha de milho .................... 22 g
Farinha de milho .................1,14 g
Farinha de mandioca ..........0,09 g
Farinha de mandioca ...........18 mg
Farinha de milho .................2,1 mg
Farinha de milho ................. 81 mg
Farinha de mandioca .......... 14 mg
Farinha de mandioca ..........0,9 mg
Farinha de milho .................0,7 mg Fonte:
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Desintoxicação alimentar

Para começar bem o ano, não há nada melhor do que desintoxicar o corpo, eliminando gordura, açúcar, álcool e outras toxinas que fazem mal ao organismo. Para esclarecer melhor o assunto, as dietas de desintoxicação precisam de um bom acompanhamento nutricional para uma dieta saudável. Então... Nada de ir pegando qualquer dieta e ir fazendo... Corra, consulte um bom nutricionista!!! Ele saberá orientá-lo(a) e você não correrá riscos, ok?!
Se não quiser ajuda de um médico, nossa dica para esse assunto é: Hidratação
A hidratação é uma grande aliada. Você sabia que beber água ajuda a controlar o apetite?
Beba água sem culpa... É com ela que conseguimos uma saúde melhor e uma beleza natural. A água é o principal elemento que o corpo mais pede, pois é a substância essencial para o organismo. Além de não conter nenhuma caloria, é muito barata, não possui contra indicação e sem ela, o corpo não funciona, pois ela é fundamental para a digestão, para a absorção e transporte de nutrientes, além de ajudar a manter a temperatura corporal e a fortalecer a base do sangue e todas as secreções líquidas.
Vejamos 10 motivos para querer beber água sempre:
1 – Água não engorda, pois tem zero caloria;
2 – Participa do transporte e digestão de nutrientes;
3 – A bebida hidrata naturalmente a pele, deixando-a mais viçosa e bonita;
4 – Ajuda a desintoxicar o organismo, aliviando o trabalho dos rins e evitando a formação de pedras;
5 – Essa ação desintoxicante e o fato de melhorar a circulação sanguínea previnem o aparecimento de celulites;
6 – Beber pelo menos dois litros de água por dia ajuda a evitar rugas e o envelhecimento precoce;
7 – A água faz com que o intestino trabalhe melhor;
8 – Beber água ajuda a controlar o apetite;
9 – Ajuda a combater gripes e resfriados;
10 – Acelera o metabolismo, além de ser a melhor e mais barata bebida que existe.
Atenção: água em excesso causa distenção abdominal. O ideal é beber, a cada hora, 1 copo de 150 a 200 ml.
Devido a grande concentração de sais minerais, a água de coco também é recomendada, em especial, aos adeptos de atividades físicas (durante os primeiros dias de malhação, não se perde peso e, sim, líquido e energia em grande quantidade).
Feliz Ano Novo!!!

Olá...
... e já vamos dizendo que não...
...não abandonamos o blog não!!!
Queremos começar 2009 COM O PÉ DIRETO!!!
2008 foi um ano de GRANDES mudanças e muitas reviravoltas e isso nos deixou meio tontas e fora do prumo, e daí muitas coisas aconteceram... Então resolvemos dar um tempo, colocar tudo de volta no lugar, inclusive nossos pensamentos e começar de novo, DEVAGAR...
Estamos voltando, no nosso tempo...Vamos fazer as coisas com prazer, curtir tudo, sem cobranças.
Obrigada a todos que nos visitaram e sejam bem vindos de volta. O contato com todos vocês faz com que o nosso blog amadureça e seja um local de informação, opinião e debate.
Então...
Mãos à obra!!!
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Como deve ser o rótulo do medicamento manipulado e a receita do médico

Como deve ser uma receita médica
1. Nome do médico prescritor e número do Conselho Regional de Medicina.
2. Nome e endereço do paciente.
3. Modo de usar.
4. Fórmula discriminada com os nomes dos fármacos ativos segundo a D.C.B. e respectivas dosagens.
5. Quantidade total desejada do medicamento
6. Posologia, a maneira de tomar o produto.
7. Assinatura, com carimbo.
8. Endereço e telefone do Consultório Médico.
ATENÇÃO:Receitas com nomes em código ou com nomes falsos são proibidas, recuse recebê-las, este tipo de receita na maioria das vezes vem acompanhado de uma indicação para uma farmácia (onde você estará obrigado a comprar o medicamento), diminuindo assim sua opção de compra, pois afinal você deve ter liberdade de pesquisar preço e qualidade. Por isso consulte sempre mais de uma farmácia.
FONTE: Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso do Sul.
Manual do consumidor sobre rotulagem

Cada tipo de doença requer uma alimentação diferente ou pelo menos algumas modificações. Algumas pessoas se desesperam e pensam que nunca mais poderão comer nada do que gostam. Porém, cada doença possui sua particularidade e muitas vezes a alimentação só deve ser adaptada ou melhorada.
Diabetes, dislipidemia (níveis de gorduras no sangue alterados), hipertensão e obesidade, são exemplos de doenças que pedem mudanças no hábito alimentar do indivíduo. Uma alimentação balanceada, rica em verduras, legumes, leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, soja), carnes, leite e derivados, cereais e frutas são essenciais. Já os alimentos industrializados, devem ser consumidos com atenção, tendo em vista que determinados nutrientes devem ser restringidos em cada doença.
Pensando nisso, iremos explicar de forma objetiva como você pode analisar um rótulo nutricional, tendo em vista a sua realidade e necessidade.
Diabetes: Carboidratos - Pessoas com diabetes ou que estão com os níveis de glicose no sangue elevados devem controlar o consumo desse nutriente. Siga as orientações do seu médico e ou nutricionista quanto à quantidade permitida. Quanto aos rótulos, escolha os produtos diet, ou seja, isentos de açúcar. Lembre-se de que nem todo produto diet é isento de açúcar. Diet significa isento de algum nutriente, não especificamente de açúcar. Verifique bem os rótulos.
Colesterol elevado: Colesterol e gordura saturada - Esses componentes devem ser avaliados por quem está com o colesterol elevado. Os alimentos de origem animal são ricos em gordura saturada, que elevam os níveis de colesterol no sangue. As gorduras insaturadas (polinsaturadas e monoinsaturadas) são fontes de alimentos de origem vegetal que aumentam o colesterol bom (HDL) e não possuem colesterol. Por isso, dê preferência a alimentos fonte de gordura insaturada, ou seja, que apresentem valores maiores desse tipo de gordura no rótulo.
Gordura trans: A gordura trans além de diminuir os níveis do colesterol bom (HDL), aumenta os níveis do colesterol ruim (LDL), por isso evite o consumo de alimentos que tenham esse tipo de gordura. Não há uma quantia determinada de gordura trans para ser consumida, mas recomenda-se não consumir mais de 2 g por dia. Muitos alimentos industrializados, como bolachas recheadas, sorvetes e bolos possuem mais de 2 g por porção. Considerando que muita gente come mais do que uma porção, cuidado!
Fibras: As fibras ajudam a diminuir os níveis de colesterol no sangue, por isso consuma alimentos fonte de fibras. A recomendação é de 25 a 30g por dia. Escolha alimentos que apresentem valores elevados de fibras no rótulo.
Triglicérides elevado: O triglicerídio é um tipo de gordura. Se houver aumento dessa gordura no sangue associado a aumento de colesterol total o risco é maior de desenvolver doenças cardiovasculares. Por isso, se você está com o nível de triglicérides elevado, fique atento à quantidade de colesterol, gordura saturada, gordura trans e carboidratos no rótulo.
Hipertensão: O sódio em excesso eleva a pressão arterial, então esse é o principal mineral que deve ser analisado no rótulo nutricional por quem possui hipertensão. Em muitos alimentos industrializados você vai encontrar quantidades excessivas, principalmente em aditivos alimentares. Adoçantes também são produtos com grande quantidade de sódio, como adoçantes à base de ciclamato de sódio e sacarina. Além do sódio observe a quantidade de gordura saturada e gordura trans. A quantidade máxima permitida diariamente de sódio é de 2400mg.
Redução de peso: Você que deseja eliminar peso, deve ficar atento não somente às calorias, mas também a todas as outras informações, pois não ter calorias não significa que aquele alimento é saudável. Analise o valor nutricional do produto na hora da compra, esse é o primeiro passo de uma conduta saudável, por isso, fique atento aos rótulos e faça escolhas inteligentes.
De olho na qualidade dos alimentos
O problema é que nem sempre os agentes responsáveis pela transmissão de doenças por meio dos alimentos alteram as características dos produtos, como cor, sabor ou textura. Não fica tão fácil para o consumidor perceber se há algo errado. A Anvisa e os demais órgãos de vigilância trabalham na fiscalização da qualidade de qualquer tipo de alimento comercializado, para que haja segurança para a população. “Cabe à Anvisa acompanhar e coordenar o conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes da produção e da circulação de alimentos”, explica Ana Virgínia de Almeida Figueiredo, gerente de Inspeção e Controle de Riscos de Alimentos da Anvisa.
Ana Virgínia afirma que uma das maiores preocupações da Agência é garantir a qualidade sanitária dos alimentos. Para isso, foi instituído em 2000 o Programa Nacional de Monitoramento da Qualidade Sanitária de Alimentos. O programa monitorou diversas categorias de alimentos como congelados, cafés, doces, especiarias e temperos, gelados comestíveis, massas, água mineral, água purificada adicionada de sais, biscoitos com recheio, farinha de mandioca, leite em pó, leite UHT/UAT, palmito em conserva, produtos de coco, polpa de frutas e sal.
A fiscalização dos alimentos é realizada em parceria com os órgãos de vigilâncias sanitárias estaduais, distrital e municipais das secretarias de Saúde, seguindo o princípio da descentralização. Esses órgãos verificam, por exemplo, a fabricação dos produtos, a qualidade das embalagens, a rotulagem e o armazenamento nos locais de venda. “Se os estabelecimentos não cumprem a legislação sanitária, estão sujeitos às penalidades, que vão de advertências, passando pelas multas, até a interdição desse estabelecimento”, diz Ana Virgínia . “Em circunstâncias especiais, consideradas de grave risco à saúde pública, a Anvisa atua diretamente”, observa a gerente.
Umas das principais ações da Anvisa com relação aos cuidados para garantir a qualidade dos alimentos é a elaboração de regulamentos técnicos sobre produtos, aditivos, contaminantes e embalagens, e de Boas Práticas de Fabricação para processos industriais de alimentos específicos. A Agência também coordena programas nacionais de inspeção sanitária em indústrias de alimentos.
Mesmo com todo o trabalho realizado pela Anvisa e pelas vigilâncias locais, Ana Virgínia destaca o papel do consumidor nesse processo, como fiscalizador. Os consumidores podem fazer as denúncias de irregularidades para a Agência pelo telefone 0800 61 1997 ou diretamente ao órgão de vigilância sanitária mais próximo de sua localidade. “É importante observar as condições sanitárias dos estabelecimentos, a integridade das embalagens e a temperatura a que está exposto o alimento, caso ele necessite de condições especiais de conservação”, alerta.
De acordo com a gerente, é necessário prestar atenção nas informações de rotulagem, como a designação do produto, identificação do fabricante, data de fabricação, prazo de validade, instruções de preparo e modo de conservação.
Vigilância inspeciona alimentos em Ponta Grossa
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Vem por aí... Vitória Cine Vídeo - DE GRAÇA
A partir de segunda-feira (10), o capixaba pode assitir aos 40 vídeos produzidos este ano na mostra que será realizada no Teatro Carlos Gomes.
A Mostra Revelando os Brasis segue até sexta-feira abrindo a programação do 15º Vitória Cine Vídeo. As exibições terão início às 18h30. A entrada é gratuita.
Os vídeos foram realizados por moradores de municípios com até 20 mil habitantes. O projeto é realizado pelo Instituto Marlin Azul e pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, com patrocínio da Petrobras e parceria do Canal Futura. Nesta terceira edição, foram selecionadas histórias de 18 estados. São ficções ou documentários que revelam um Brasil desconhecido para muitos. No Rio de Janeiro, por exemplo, Nilma Accioli transformou em filme a história de seis irmãs descendentes de escravos. A luta por um pedaço de terra marca a trajetória das irmãs até hoje. Expulsas de sua casa no passado, atualmente elas vivem isoladas, marcadas por fato tão traumático. Na rua, não conversam com ninguém. No Estado, uma das histórias é a das mulheres que fazem orações para que as pessoas reencontrem objetos furtados ou perdidos. Parece fantasioso, mas em Vila Valério, interior do Espírito Santo, elas existem. São as responsadeiras, pessoas que possuem, segundo os moradores, o dom do responso, que é uma forma de oração muito antiga na Igreja Católica. A fama dessas mulheres é tão grande na cidade que até mesmo o responsável em fazer os comunicados no alto-falante da igreja as indica quando alguém o procura para achar um objeto perdido. Essa história curiosa foi revelada no documentário 'As Últimas Responsadeiras', de Patrick Camporez Mação.
Ingressos:
A entrada para conferir a exibição dos vídeos do Projeto Revelando os Brasis é gratuita.
Os ingressos podem ser retirados, no dia da exibição, na portaria do Teatro Carlos Gomes a partir do meio-dia.
Além da mostra nacional, no mesmo período, o 15º Vitória Cine Vídeo promoverá o 9º Festivalzinho de Cinema, com uma programação infanto-juvenil destinada a três mil estudantes da rede pública municipal de ensino de Vitória, e o Cine Galpão Itinerante, com exibições ao ar livre em cinco bairros da capital.
De 19 a 21 de novembro, o Vitória Cine Vídeo realizará uma mostra de longas-metragens capixabas. A Mostra Competitiva Nacional de Curtas, Médias e Vídeos e o lançamento de longas-metragens inéditos no Estado serão realizados de 24 a 29 de novembro. Nesse período, também acontecerão as oficinas e palestras, o Cinema na Praia, o lançamento de livros e a homenagem a um grande nome do cinema brasileiro.
Sanduíche errado provoca briga em lanchonete de São Paulo

quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Quem não se lembra da divertida definição sobre um etílico como o melhor amigo do homem, do poeta Vinícius de Moraes, em declaração de amor e fidelidade a bebida. “Whisky é o cachorro engarrafado”, dizia. Porém em matéria de saúde, outro engarrafado – mas nada alcoólico – o azeite de oliva, é que mereceria com toda adequação a homenagem.
O azeite sempre foi um produto de grande importância. E isso desde os fenícios, como também para os etruscos, especialmente do ponto de vista econômico, pois entre aquelas civilizações já era um produto destinado à exportação. E nesse âmbito, parece que pouca coisa mudou até nossos dias. Toda a diversificada região ao redor do mar Mediterrâneo, em razão do micro-clima, sempre foi abençoada e especializada no assunto. O resto do mundo teve que se contentar com a importação.
Plínio, o Velho, nos tempos de Pompéia, relata os diferentes tipos de azeitonas conhecidas na sua época. Salienta, em especial, uma variedade muito rara e "mais doce que as passas de uva”, encontrada somente na Espanha. Logo, não deve ser a toa que este país, em pleno século 21 d.c., detém a maior produção mundial em óleos de oliva e tornou-se o maior exportador do produto. Já Catão recomendava uma dieta a base de azeitonas, especialmente para a massa de mão de obra escrava, pelo seu alto índice calórico e de proteínas.
Porém, um bom azeite parece jamais ter sido um pitéu para plebeus. “As 468 Receitas de Ricos” compiladas por Apicius, na Roma Antiga, comprovam a tese, onde citavam 10 ingredientes básicos para a preparação de um “prato de rico”, e por ordem de importância: pimenta, garum, azeite, mel, levístico, vinagre, vinho, cominhos, arruda e coentro. Apicius ainda insistia: “Para cozinhar um prato, são necessários em média oito ou nove destes ingredientes, os quais, devido ao seu preço, não figuram na culinária dos pobres”...
Felizmente as coisas mudaram neste aspecto e o atual modelo econômico contribuiu com certa democratização também à mesa... Afinal desembolsar em média de R$ 12 a R$ 20 por um produto importado, e ainda em se falando de meio litro de bom azeite virgem de olivas, não vai deixar ninguém na ruína – considerando que tal volume irá render muitos pratos e arremates culinários que justificarão o investimento. Mas, especialmente, considerando os aspectos “medicinais” e preventivos que o famoso óleo de oliva promove (e que todo o moderno conceito de alimentação equilibrada apregoa). Ele garante longevidade, baixa do colesterol, combate aos radicais livres, pele luminosa, fácil digestão, inibe a enxaqueca, ajuda na manutenção estrutural das membranas dos neurônios, previne certos cânceres, arteriosclerose, enfartos, derrames, artrites, etc. etc. – atributos que as outras gorduras comestíveis não garantem, convenhamos.
Em razão de tamanhas vantagens, e como “alimento funcional” – que previne doenças – o consumo mundial aumentou expressivamente. O Brasil acompanha atento a escalada. Segundo estimativa da Oliva (Associação Brasileira de Produtores, Importadores e Comerciantes de Azeite de Oliveira), no primeiro bimestre de 2007 foi registrado um crescimento de 32,7% nas importações de azeite em relação ao ano anterior, o que correspondente a mais de 5.200 toneladas vendidas contra 3.900, do ano anterior. Estima-se superar, até dezembro, a marca de 31.500 toneladas – porém, lembrando que o Brasil utiliza modesto 1% do óleo de oliva produzido no mundo.
O diretor da Mr. Man, empresa que comercializa os azeites espanhóis da marca Ybarra no Brasil, Diego Man, acredita no boom dos azeites, em razão do crescimento da informação, especialmente no item saúde – mesmo que até agora os azeites da Espanha tenham ficado com 22% da fatia do mercado brasileiro, o que significou um movimento de US$ 30 milhões.
Por tudo isso, a Mr. Man acaba de diversificar a oferta colocando três novos produtos da Ybarra na classe Extra Virgem (o tipo mais puro, que dispensa refino), no mercado nacional: Azeite Aromático, produzido 100% da azeitona Hojiblanca, com aroma de ervas frescas, ligeiramente amargo e picante com coloração verde amarelada; Azeite Intenso, um Extra Virgem das variedades de azeitonas Hojiblanca e Picual; Azeite Gran Selección Extra Virgem, um sofisticado blended das variedades Hojiblancas e Arbequinas, que é caracterizada por render um azeite suave, doce e com aroma de frutas maduras. A meta é atingir todo o varejo nacional, com preços entre R$17 e R21, em embalagem de meio litro. “O consumidor brasileiro já está apto a escolher variedades mais elaboradas e o mercado para o extra-virgem só tende a aumentar”, avalia o empresário. O sumo extraído das olivas, o azeite, está intrinsecamente vinculado aos hábitos das culturas mediterrâneas desde sempre. Mas é somente a partir do Império Romano que as olivas passam a ter cultivo sistemático e importância alimentar, figurando como um dos pilares da hoje famosa e saudável “Dieta Mediterrânea” – que, trocando em miúdos, quer dizer: trigo, azeite e vinho (complementando: verduras, frutas, lácteos e pouquíssima carne vermelha).
"Zitoun" e "Zite" (oliveira e azeite) é etimologia de origem semita, provavelmente fenícia. No idioma português, a palavra foi emprestada do árabe: “az-zayt”, literalmente suco de azeitona; já os italianos mantiveram o vocábulo latino “olio” – relativo à oliva. Seja como for, o melhor de todos continua sendo o tipo “extra virgem”, prensado a frio. Aqui o termo se refere a acidez. Segundo o COI (Conselho Internacional da Olivicultura), ficou estabelecido que um extra virgem não pode ultrapassar a 0,8% em acidez. Daí até 1,5% o azeite deve ser classificado como simplesmente virgem. Acima desse índice estamos diante de um azeite comum, necessitando de um processo de refino.
Por razões culturais e históricas, o azeite português segue sendo o mais consumido e o predileto entre os brasileiros. Mas quem lidera a produção do mundo é a Espanha, englobando 40% de todo o mercado mundial. O segundo maior produtor é a Itália, com 21%, seguida pela Grécia, responsável por 14%. Outros produtores, como Síria, Turquia e Marrocos, respondem por 15% da produção. Temos aqui que incluir os “azeites do Novo Mundo”, como os argentinos e chilenos – o primeiro, um fornecedor tradicional para o vizinho mercado brasileiro e os chilenos (que há muito se especializaram no agro-negócio de alto nível) estão abrindo fronteiras lentamente.
E por falar em azeite português, a empresa que detém a marca Gallo está festejando um índice nada desprezível: o azeite mais vendido no Brasil, em 2006! A tradicional marca portuguesa de azeites Gallo bateu recorde de vendas com a comercialização de 2,5 milhões de litros, o que representa um crescimento de 40% em relação ao ano anterior. A Gallo fechou o ano com um market share de 21,7% (A/C Nielsen 2006) no mercado brasileiro e consolidou a liderança absoluta emtodas as regiões do país.
"Este aumento é bastante expressivo e pode ser creditado a confiança conquistada entre o consumidor brasileiro, pois Gallo é uma referência que está presente na história das famílias brasileiras, desde a década de 30", afirma Rita Bassi, diretora-geral da Gallo Brasil. A diretora se apressa em esclarecer que, a despeito do tradicionalismo, a marca preferida dos brasileiros se empenha em agregar uma imagem moderna e atual ao produto. Está ai como prova, a série de campanhas promocionais, entre cursos, concursos, conferências na área da saúde e degustações dirigidas que a marca vem promovendo nos grandes centros. Daí que, mesmo sendo a líder de vendas em mercados não tão ilustrados e abastados, como o Nordeste brasileiro (onde as embalagens de 250ml. estouram em vendas), a Gallo não ousa em diversificar em produtos muito diferentes, em tipos de azeitonas ou azeites aromatizados. “Daria um nó na cabeça do consumidor”, alega Rita, que aponta a demanda crescente dos azeites, como “o novo sonho de consumo, até mesmo nas classes C”. A empresa Gallo, diante da tranqüila liderança no Brasil, acaba de lançar o Azeite Novo Extra Virgem – azeitonas novas e de acidez abaixo de 0,3% - destinado a esse emergente e melhor informado mercado que ela ajudou a formar.
“Uma parcela do consumidor brasileiro começa a conhecer e se interessar pelo assunto”, argumenta Rita Bassi, aludindo que paralelamente ao comércio é necessário criar uma “cultura do azeite”, assim como tem sido feito em outros setores, a exemplo do vinho. Sim, porque azeite é um universo tão ou mais complexo que seu “irmão de sangue” mediterrâneo. Assim como as vinhas, as azeitonas variam de cepas, aromas, qualidades, sabores. Garrafas de azeite também são datadas e sofrem os efeitos do tempo, da luz; um azeite virgem, tal como o vinho branco, deve ser consumido em no máximo 2 a 3 anos. E uma vez abertos, se oxidam, alterando-se as características.
Embora o Brasil venha respondendo por apenas 1% do consumo mundial de azeites (a parcimônia de 30 milhões de litros/ano), que atinge 3 milhões de toneladas anuais, já se registram sinais de “vida inteligente” nesse lado do planeta. Seja pelo viés da saúde, seja pelo ângulo da sofisticação da gastronomia, o fato é que lojas especializadas, como a Azaït, em São Paulo, estão encontrando um público ávido por novidades (à parte a variedade respeitável já presente nas gôndolas de bons supermercados).
O empresário Isaac Azar, que começou como importador e hoje trabalha com inúmeras marcas encontráveis na AZaït, apostou todas as fichas no azeite extra virgem. São mais de 70 variedades nessa linha, procedentes das mais qualificadas zonas produtoras do mundo. O cliente da Azït pode degustar de uma variada amostra antes de se decidir por um extra virgem italiano, ou grego, ou da Andaluzia, do Líbano, ou um azeite da Provence francesa. Aromatizados com ervas, trufas negras ou brancas, com pimentas ou de azeitonas mais suaves, para pratos a base de pescados, tudo pode ser encontrado nessa boutique de azeite, que também vem promovendo cursos de degustação para maior conhecimento do assunto. Os vidros de azeite mais procurados são os espanhóis e os italianos, informa a gerente da casa, Marta Abdalla. “A maioria de nossa clientela é composta de médicos, talvez porque eles já sabem de cor o que é bom para a saúde”, avalia.E aqui vai um resumo dos tópicos definidos por uma conferência mundial de saúde, sobre os benefícios do azeite, veiculado pela Associação Espanhola dos Exportadores de Azeite de Oliva (ASOLIVA):
O azeite de oliva virgem é uma fonte saudável de ácidos graxos e de centenas de micronutrientes, especialmente antioxidantes, como os compostos fenólicos, vitamina E e carotenóides.
Na teoria dos radicais livres, o envelhecimento é o resultado de danos oxidativos as células. Alguns desses danos convertem-se em disfunções celulares. Um baixo nível de ácido graxo monoinsaturado (do acido oléico) irá diminuir o estresse oxidativo celular.
A efetividade de uma dieta com azeite de oliva virgem no fortalecimento de membranas, por aumentar a resistência as modificações induzidas pelos radicais livres, já foi relatado. Foi também demonstrado que modificações oxidativas produzidas pela ingestão de gorduras fritas possam ser neutralizados quando usado o azeite de oliva.
O melhor aproveitamento dos teores graxos monoinsaturados (HDL) presentes nos azeites virgens se dá no consumo in natura – sem aquecimento.
Para cozinhar, o óleo de oliva também é o mais indicado, pois é a gordura que melhor suporta altas temperaturas sem causar danos e oxidar, como outros óleos. Mas no caso, basta um azeite comum, pois o extra virgem perde suas características se aquecido acima de 40o .
(matéria publicada na Forbes Brasil / maio 2007)
A temperatura e o alimentoIsaura Pinho Caliari
O verão traz consigo a alegria das férias e das festas, mas também, o perigo da temperatura que se eleva. Para o alimento, a temperatura, somada ao descuido é um mal que merece atenção.
Ano que termina, outro que se inicia, é a hora de fazer aquela lista de compromissos: o que devo fazer no próximo ano? Sugiro começar esta lista com uma afirmação:"Cuidados com os alimentos são cuidados com nossa saúde".
Ser radical, prestar atenção a tudo que se relaciona com a nossa alimentação é mais simples do que parece, e é o que faz a diferença.
a) Crie o hábito de lavar as mãos ao chegar em casa, principalmente, se for direto para cozinha.
b) Cuidado com a higiene dos ingredientes que usa.Deixe as folhas da salada mergulhadas em água comuma colher de vinagre, enquanto prepara outro prato.
c) Guarde na geladeira o que deve ser conservado gelado,não esqueça por horas, sobre a bancada da cozinha.
d) Tenha pelo menos três tábuas: uma para legumes, frutas e verduras, uma para aves e uma para outras carnes. Lave as tábuas depois de usá-las com uma solução de 1 litro de água para 10ml de água sanitária com concentração de 2% de cloro. Se a concentração de cloro for maior coloque menos água sanitária.
Pratique essas idéias, dissemine-as em sua família, transformando-as em bons hábitos!

Inspire-se na Primavera! quarta-feira, 29 de outubro de 2008
12/7/2004
Os fiscais da Vigilância Sanitária começaram a percorrer as padarias de Cachoeiro que foram classificadas com 1 ou 2 estrelas. No total, serão vistoriados 23 estabelecimentos, que tiveram 60 dias para se adequar às normas sanitárias.
Segundo Nametala Alves de Almeida, chefe da Vigilância Sanitária, ontem foram vistoriadas cinco padarias. “Geralmente são inspecionados 302 itens, e se forem encontradas irregularidades que interferem na qualidade do produto oferecido ao cliente, o local é notificado,” disse.
Autuações
Quando os fiscais voltam aos estabelecimentos irregulares e constatam que não foram feitas adequações, eles aplicam multas que podem chega a R$ 600; após três autuações o local pode ser interditado. Já aquelas padarias que se adequaram às normas sanitárias podem requerer nova visita dos fiscais a fim de requalificarem o estabelecimento, aumentando seu número de estrelas.
Segundo Nametala, os problemas mais comuns encontrados nesses locais são a falta de higiene nas cozinhas e falta de limpeza e manutenção dos maquinários e vasilhames utilizados no preparo dos alimentos. “Houve padarias em que encontramos até ratos e baratas nos ambientes de produção”, relata.
Ele lembra também que o estabelecimento, seja qual for, tem a obrigação de expor a classificação de estrelas que possui. “É uma forma de alertar o consumidor sobre a qualidade do produto que está adquirindo”, alerta Nametala. O consumidor que não encontrar explícitas as informações referentes à padaria podem denunciá-la à Vigilância Sanitária, já que é direito do consumidor ter à vista a qualificação do estabelecimento.
