quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Cuidados para não derreter os lucros

Por Margareth Meza

De setembro a março, são consumidos 70% do total de sorvetes produzidos no País: 900 milhões de litros, entre picolé e sorvete de massa e de casquinha (soft), segundo informações da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis).

Desta forma, por se tratar de uma das categorias mais importantes para a estação mais quente do ano, os supermercadistas não devem poupar esforços para elevar suas vendas, que podem ser incrementadas com a adoção de estratégias de marketing bem planejadas e realizadas em parceria com os fornecedores.

Para garantir a satisfação do consumidor no ponto-de-venda, é importante seguir critérios apropriados de recebimento, armazenagem e exposição para este tipo de alimento. Adotar práticas adequadas em relação a esses três itens garantirá mercadorias saborosas, cremosas e altamente lucrativas.

Recebimento
Os sorvetes exigem atenção especial. Sua temperatura de conservação precisa ser mantida durante todo o percurso, desde a indústria até a loja, em no máximo -18°C. Para garantir isso, o supermercadista deve:
Determinar que os veículos responsáveis pela entrega estacionem o mais próximo possível do local de recebimento e armazenagem.

Monitorar a temperatura do baú do caminhão e, se possível, a do produto com a utilização de um termômetro infravermelho, observando possíveis sinais de descongelamento. Além disso, analisar as condições sanitárias e de conservação dos caminhões.

Verificar se as embalagens não estão violadas ou danificadas, bem como o prazo de validade do lote recebido.

Checar se a mercadoria não foi transportada com outros produtos, pois sorvetes têm grande propensão à absorção de odores.

Armazenagem
Após a conferência, a carga de sorvetes deverá ser imediatamente encaminhada para a área refrigerada para que não descongele, pois, caso isso ocorra, as características da mercadoria serão profundamente alteradas. “O sorvete é uma emulsão de gordura, leite e ar, um de seus componentes mais importantes. Ao ser descongelado, o ar é perdido e, como conseqüências, estão modificações de volume, consistência e sabor”, explica a coordenadora do grupo de engenharia e pós-colheita do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), Márcia Paisano Soler.
Portanto, é essencial armazenar adequadamente os sorvetes. Para isso, alguns cuidados são indispensáveis:
Encaminhá-los imedi- atamente para a área refrigerada e os manter em câmara regulada a -25°C. No ponto-de-venda, deve-se ajustar o termostato para -18°C.
Jamais acondicioná-los com outros alimentos, principalmente aqueles cujos odores pos- sam ser transmitidos a eles, como carne, peixes e frutos do mar. Em su-ma, os sorvetes devem ficar em freezeres exclusivos.

Mantê-los distantes do chão e a 20 centímetros das paredes e a 10 centímetros do teto, prática que facilita a circulação do ar e evita contaminações e sujidades no equipamento.

Por fim, controlar periodicamente a temperatura dos balcões de refrigeração e fazer a manutenção preventiva dos mesmos.

Exposição
Mesmo com vendas elevadas, há como adotar estratégias que impulsionem ainda mais o giro da categoria durante o verão. Com este objetivo, os especialistas da área recomendam:
Criar pontos extras para aumentar a penetração da categoria, como instalar freezeres no check out e próximos às saídas.

Promover degustações, principalmente de lançamentos, a fim de estimular a divulgação destes produtos.

Realizar ações do tipo “comprou, ganhou”, tais como na compra de determinada quantia de embalagens, o consumidor ganha outro produto da marca (lançamento) ou um brinde.

Veículo: Revista SuperHiper novembro de 2008

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Brigadeiro de Mandioca

Rendimento: 16 porções
Tempo de preparo: 1 h
Valor Calórico: 178,46 kcal


Ingredientes:
1 ½ xícara (chá) de Mandioca

2 colheres (sopa) de Margarina

10 colheres (sopa) de Açúcar

1 xícara (chá) de Leite em pó
3 colheres (sopa) de Chocolate em pó
5 colheres (sopa) de Chocolate Granulado
Cozinhe a mandioca até desmanchar.
Escorra e amasse.
Reserve.
À parte derreta a margarina, acrescente a mandioca e misture bem.
Junte os demais ingredientes e cozinhe até desprender do fundo da panela.
Modele os docinhos e passe no chocolate granulado.

Dica: Faça beijinhos, substituindo o achocolatado por coco ralado.

Como se portar em festas corporativas


Se você tem um comportamento estritamente profissional o ano todo, por que não mantê-lo nas festas da empresa? Taí um evento que pode ser uma alegre reunião de companheiros que batalham lado a lado, dia após dia. Ou uma ocasião com o poder bombástico de derrubar, em apenas algumas horas, o que você levou o ano todo para construir. Falo de imagem. E imagem, como se sabe, é tudo.


A bebida deixa todo mundo meio descontraído. Quem bebe demais, seja qual for o combustível, transforma-se num chato, pois perde suas "travas" morais e éticas, e vem sempre com um papo inconveniente. É capaz de chegar na secretária do diretor geral e dizer para quem quiser ouvir: "Você é muito gostosa!".


Outro problema é o video e as fotos, pois tem sempre alguém com uma filmadora indiscreta ou uma máquina fotográfica que sem dúvida está lúcido o bastante para captar os melhores momentos (leia-se micos, vexames e constrangimentos).


Para as pessoas inteligentes, capazes de desfrutar com bom senso os prazeres do copo, da mesa e da companhia, será hora de recordar os bons momentos da noite anterior.

Para quem ultrapassou os limites tem a síndrome do dia seguinte, onde você implora a Deus pela chegada do fim do mundo.


Para fugir da síndrome do dia seguinte, basta seguir as dicas que faço a seguir:


1) Fique longe o máximo possível da bebida. Não teste sua resistência exatamente neste dia. Se bebida em excesso é um problema, beber e comer exageradamente é um convite ao mal-estar. É imprescindível equilibrar as doses e porções. Isso vai evitar muita dor de cabeça;


2) Se você é formal com a maioria das pessoas, não pense que, tirando o paletó e a gravata, essa formalidade será esquecida. Não seja na festa quem você não é no dia-a-dia;


3) Mulheres têm mil opções de roupa, inclusive aquelas capazes de deixá-las sedutoras, poderosas e reveladoras. Esse tipo de roupa deve ficar no guarda-roupa no dia da festa. Não se deixe convencer do contrário;


4) Mesmo que a festa seja um luau, é só o ambiente de trabalho que mudou, a hierarquia continua a mesma e as relações profissionais não devem ser esquecidas. Portanto, nada de intimidades com chefes e subordinados. Converse com todos. Não se concentre em apenas um ou dois colegas, ou terá que aguentar as indiretas no dia seguinte;


5) Se o marido/esposa é ciumento(a) não o(a) leve à festa. Explique que é uma reunião informal de trabalho, uma comemoração, mas que os cônjuges não são exatamente bem-vindos. Uma mentirinha branca é perdoável se houver a possibilidade de um pequeno escândalo familiar caso aquela colega extrovertida (ou o estagiário atrevido) resolver fazer uma gracinha imprópria diante de seu acompanhante;


6) Chefe é chefe, o tempo todo. Tem que se manter sóbrio e conservar o distanciamento profissional sempre. Não é no dia da festa que ele vai resolver dançar forró com as funcionárias só para mostrar que é um chefe "pé no chão" ou vai tomar todas e ficar "cantando" as funcionárias;


7) Em última análise, se algo sair errado, se você teve uma atitude não muito profissional, no dia seguinte escolha o momento adequado e peça desculpas. Afinal, errar é humano. E que fique a lição.


A festa na empresa é um momento de descontração, de descobertas surpreendentes e uma boa ocasião para transformar aquele companheiro de trabalho no seu mais novo amigo de infância. Boa festa!


domingo, 4 de janeiro de 2009

BOLO DE MILHO VERDE


BOLO DE MILHO VERDE
INGREDIENTES 1 lata de milho verde com a água;
1 lata de leite condensado;
1 colher de sopa de margarina;
1 pacote de coco ralado;
1 colher de sopa de fermento em pó;
2 ovos inteiros;
2copos de trigo.
MODO DE PREPARO Bata todos os ingredientes no liquidificador, menos o fermento. Coloque o conteúdo em uma tigela adicione o fermento e mexa muito bem.
Unte uma forma coloque a massa leve ao forno para assar por 35 minutos.
Fonte: http://www.tudogostoso.com.br/

Diferenças entre farinha de milho e farinha de mandioca


7 Diferenças: Compare a farinha de milho com a farinha de mandioca
1. Fibras A farinha de milho é uma aliada do bom funcionamento do intestino, justamente por ser muito mais fibrosa do que a de mandioca.
Farinha de milho ....................3,9 g
Farinha de mandioca .............0,5 g
2. Proteína Fundamental para a construção dos músculos, esse nutriente se encontra em maior quantidade na farinha de milho.
Farinha de milho ......................2 g
Farinha de mandioca ............0,5 g
3. Carboidrato A farinha de mandioca concentra boas doses do ingrediente que ajuda a afastar o mau humor.
Farinha de mandioca ............. 25 g
Farinha de milho .................... 22 g
4. Gordura Essa substância é indispensável para a produção de hormônios. Quer tirar proveito dela? Então, invista na farinha de milho.
Farinha de milho .................1,14 g
Farinha de mandioca ..........0,09 g
5. Cálcio Nesse quesito, a farinha de mandioca é campeã. Então, deve ser considerada a melhor amiga do esqueleto.
Farinha de mandioca ...........18 mg
Farinha de milho .................2,1 mg
6. Fósforo Entre as duas opções, a farinha de milho leva vantagem em relação a esse nutriente que é importante para o sistema nervoso.
Farinha de milho ................. 81 mg
Farinha de mandioca .......... 14 mg
7. Ferro A farinha de mandioca fornece pitadas a mais do mineral festejado por sua atuação contra a anemia.
Farinha de mandioca ..........0,9 mg
Farinha de milho .................0,7 mg Fonte:
Revista Saúde

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Desintoxicação alimentar


Desintoxicação alimentar
Para começar bem o ano, não há nada melhor do que desintoxicar o corpo, eliminando gordura, açúcar, álcool e outras toxinas que fazem mal ao organismo. Para esclarecer melhor o assunto, as dietas de desintoxicação precisam de um bom acompanhamento nutricional para uma dieta saudável. Então... Nada de ir pegando qualquer dieta e ir fazendo... Corra, consulte um bom nutricionista!!! Ele saberá orientá-lo(a) e você não correrá riscos, ok?!
Se não quiser ajuda de um médico, nossa dica para esse assunto é: Hidratação
A hidratação é uma grande aliada. Você sabia que beber água ajuda a controlar o apetite?
Beba água sem culpa... É com ela que conseguimos uma saúde melhor e uma beleza natural. A água é o principal elemento que o corpo mais pede, pois é a substância essencial para o organismo. Além de não conter nenhuma caloria, é muito barata, não possui contra indicação e sem ela, o corpo não funciona, pois ela é fundamental para a digestão, para a absorção e transporte de nutrientes, além de ajudar a manter a temperatura corporal e a fortalecer a base do sangue e todas as secreções líquidas.
Vejamos 10 motivos para querer beber água sempre:
1 – Água não engorda, pois tem zero caloria;
2 – Participa do transporte e digestão de nutrientes;
3 – A bebida hidrata naturalmente a pele, deixando-a mais viçosa e bonita;
4 – Ajuda a desintoxicar o organismo, aliviando o trabalho dos rins e evitando a formação de pedras;
5 – Essa ação desintoxicante e o fato de melhorar a circulação sanguínea previnem o aparecimento de celulites;
6 – Beber pelo menos dois litros de água por dia ajuda a evitar rugas e o envelhecimento precoce;
7 – A água faz com que o intestino trabalhe melhor;
8 – Beber água ajuda a controlar o apetite;
9 – Ajuda a combater gripes e resfriados;
10 – Acelera o metabolismo, além de ser a melhor e mais barata bebida que existe.

Atenção: água em excesso causa distenção abdominal. O ideal é beber, a cada hora, 1 copo de 150 a 200 ml.
Devido a grande concentração de sais minerais, a água de coco também é recomendada, em especial, aos adeptos de atividades físicas (durante os primeiros dias de malhação, não se perde peso e, sim, líquido e energia em grande quantidade).


Para manter uma saúde forte e uma beleza pura, a receita é fácil:

"BEBA BASTANTE ÁGUA ".

Feliz Ano Novo!!!







Feliz Ano Novo!!!

Olá...
... e já vamos dizendo que não...
...não abandonamos o blog não!!!

Queremos começar 2009 COM O PÉ DIRETO!!!
2008 foi um ano de GRANDES mudanças e muitas reviravoltas e isso nos deixou meio tontas e fora do prumo, e daí muitas coisas aconteceram... Então resolvemos dar um tempo, colocar tudo de volta no lugar, inclusive nossos pensamentos e começar de novo, DEVAGAR...
Estamos voltando, no nosso tempo...Vamos fazer as coisas com prazer, curtir tudo, sem cobranças.
Obrigada a todos que nos visitaram e sejam bem vindos de volta. O contato com todos vocês faz com que o nosso blog amadureça e seja um local de informação, opinião e debate.


Então...
Mãos à obra!!!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Como deve ser o rótulo do medicamento manipulado e a receita do médico


Como deve ser o rótulo do medicamento


1. Nome do paciente e do médico prescritor.

2. Número de registro, datas de manipulação e validade.

3. Fórmula discriminada com os nomes dos fármacos ativos segundo a D.C.B. com respectivas dosagens.

4. Modo de usar.

5. Quantidade, da unidade posológica solicitada.

6. Posologia, a maneira de tomar o produto.

7. Nome, Endereço, CGC e Farmacêutico Responsável pela Farmácia.


Os rótulos devem informar sobre a apresentação específica do produto como, solução, loção, cápsulas creme, pomada, entre outros. Recuse receber produtos manipulados por farmácias que conste em seu rótulo códigos ou falsos nomes comerciais.Recuse comprar produtos manipulados vendidos em consultórios médicos, clínicas de estética, "SPA's" e outras. O estabelecimento oficial e legal para a venda desse produto é a farmácia. É só na farmácia que você encontra o profissional farmacêutico, que lhe prestará toda a assistência necessária pelo preparo do seu medicamento. Além disso, o preço praticado na farmácia é geralmente inferior ao cobrado nesses outros estabelecimentos.


Há casos em que é necessário colocar informações complementares, como "Agite Antes de Usar" ou "Conserve em Geladeira", "Mantenha ao abrigo da luz, calor e umidade"; "Mantenha fora do alcance de crianças"; "Não faça uso concomitante de outro medicamento sem a orientação médica"; "Não desaparecendo os sintomas ou ocorrendo reações colaterais, informe o seu médico"; ou outras.


Realização: Câmara Técnica de Farmácia de Manipulação do Conselho Regional de Farmácia do Rio de Janeiro

Como deve ser uma receita médica

1. Nome do médico prescritor e número do Conselho Regional de Medicina.

2. Nome e endereço do paciente.

3. Modo de usar.

4. Fórmula discriminada com os nomes dos fármacos ativos segundo a D.C.B. e respectivas dosagens.

5. Quantidade total desejada do medicamento

6. Posologia, a maneira de tomar o produto.

7. Assinatura, com carimbo.

8. Endereço e telefone do Consultório Médico.


ATENÇÃO:Receitas com nomes em código ou com nomes falsos são proibidas, recuse recebê-las, este tipo de receita na maioria das vezes vem acompanhado de uma indicação para uma farmácia (onde você estará obrigado a comprar o medicamento), diminuindo assim sua opção de compra, pois afinal você deve ter liberdade de pesquisar preço e qualidade. Por isso consulte sempre mais de uma farmácia.

FONTE: Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso do Sul.

Manual do consumidor sobre rotulagem


Hoje em dia é imprescindível ficar atento às informações nutricionais dos alimentos, e os rótulos são importantíssimos. Afinal, são eles que nos ajudarão na hora de fazer melhores escolhas e ter hábitos alimentares mais saudáveis. Para as pessoas que têm alguma doença e, em função disso, têm alimentação um pouco restrita, essa necessidade é ainda maior.


Cada tipo de doença requer uma alimentação diferente ou pelo menos algumas modificações. Algumas pessoas se desesperam e pensam que nunca mais poderão comer nada do que gostam. Porém, cada doença possui sua particularidade e muitas vezes a alimentação só deve ser adaptada ou melhorada.


Diabetes, dislipidemia (níveis de gorduras no sangue alterados), hipertensão e obesidade, são exemplos de doenças que pedem mudanças no hábito alimentar do indivíduo. Uma alimentação balanceada, rica em verduras, legumes, leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, soja), carnes, leite e derivados, cereais e frutas são essenciais. Já os alimentos industrializados, devem ser consumidos com atenção, tendo em vista que determinados nutrientes devem ser restringidos em cada doença.


Pensando nisso, iremos explicar de forma objetiva como você pode analisar um rótulo nutricional, tendo em vista a sua realidade e necessidade.


Diabetes: Carboidratos - Pessoas com diabetes ou que estão com os níveis de glicose no sangue elevados devem controlar o consumo desse nutriente. Siga as orientações do seu médico e ou nutricionista quanto à quantidade permitida. Quanto aos rótulos, escolha os produtos diet, ou seja, isentos de açúcar. Lembre-se de que nem todo produto diet é isento de açúcar. Diet significa isento de algum nutriente, não especificamente de açúcar. Verifique bem os rótulos.


Colesterol elevado: Colesterol e gordura saturada - Esses componentes devem ser avaliados por quem está com o colesterol elevado. Os alimentos de origem animal são ricos em gordura saturada, que elevam os níveis de colesterol no sangue. As gorduras insaturadas (polinsaturadas e monoinsaturadas) são fontes de alimentos de origem vegetal que aumentam o colesterol bom (HDL) e não possuem colesterol. Por isso, dê preferência a alimentos fonte de gordura insaturada, ou seja, que apresentem valores maiores desse tipo de gordura no rótulo.


Gordura trans: A gordura trans além de diminuir os níveis do colesterol bom (HDL), aumenta os níveis do colesterol ruim (LDL), por isso evite o consumo de alimentos que tenham esse tipo de gordura. Não há uma quantia determinada de gordura trans para ser consumida, mas recomenda-se não consumir mais de 2 g por dia. Muitos alimentos industrializados, como bolachas recheadas, sorvetes e bolos possuem mais de 2 g por porção. Considerando que muita gente come mais do que uma porção, cuidado!


Fibras: As fibras ajudam a diminuir os níveis de colesterol no sangue, por isso consuma alimentos fonte de fibras. A recomendação é de 25 a 30g por dia. Escolha alimentos que apresentem valores elevados de fibras no rótulo.


Triglicérides elevado: O triglicerídio é um tipo de gordura. Se houver aumento dessa gordura no sangue associado a aumento de colesterol total o risco é maior de desenvolver doenças cardiovasculares. Por isso, se você está com o nível de triglicérides elevado, fique atento à quantidade de colesterol, gordura saturada, gordura trans e carboidratos no rótulo.


Hipertensão: O sódio em excesso eleva a pressão arterial, então esse é o principal mineral que deve ser analisado no rótulo nutricional por quem possui hipertensão. Em muitos alimentos industrializados você vai encontrar quantidades excessivas, principalmente em aditivos alimentares. Adoçantes também são produtos com grande quantidade de sódio, como adoçantes à base de ciclamato de sódio e sacarina. Além do sódio observe a quantidade de gordura saturada e gordura trans. A quantidade máxima permitida diariamente de sódio é de 2400mg.


Redução de peso: Você que deseja eliminar peso, deve ficar atento não somente às calorias, mas também a todas as outras informações, pois não ter calorias não significa que aquele alimento é saudável. Analise o valor nutricional do produto na hora da compra, esse é o primeiro passo de uma conduta saudável, por isso, fique atento aos rótulos e faça escolhas inteligentes.

Por Roberta Silva Nutricionista - CRN-3 14. 113




Arquivo em pdf sobre

Guia de Bolso Consumidor saudável

Arquivo em pdf do

De olho na qualidade dos alimentos

Brasília - 23 de abril de 2004

O problema é que nem sempre os agentes responsáveis pela transmissão de doenças por meio dos alimentos alteram as características dos produtos, como cor, sabor ou textura. Não fica tão fácil para o consumidor perceber se há algo errado. A Anvisa e os demais órgãos de vigilância trabalham na fiscalização da qualidade de qualquer tipo de alimento comercializado, para que haja segurança para a população. “Cabe à Anvisa acompanhar e coordenar o conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes da produção e da circulação de alimentos”, explica Ana Virgínia de Almeida Figueiredo, gerente de Inspeção e Controle de Riscos de Alimentos da Anvisa.

Ana Virgínia afirma que uma das maiores preocupações da Agência é garantir a qualidade sanitária dos alimentos. Para isso, foi instituído em 2000 o Programa Nacional de Monitoramento da Qualidade Sanitária de Alimentos. O programa monitorou diversas categorias de alimentos como congelados, cafés, doces, especiarias e temperos, gelados comestíveis, massas, água mineral, água purificada adicionada de sais, biscoitos com recheio, farinha de mandioca, leite em pó, leite UHT/UAT, palmito em conserva, produtos de coco, polpa de frutas e sal.

A fiscalização dos alimentos é realizada em parceria com os órgãos de vigilâncias sanitárias estaduais, distrital e municipais das secretarias de Saúde, seguindo o princípio da descentralização. Esses órgãos verificam, por exemplo, a fabricação dos produtos, a qualidade das embalagens, a rotulagem e o armazenamento nos locais de venda. “Se os estabelecimentos não cumprem a legislação sanitária, estão sujeitos às penalidades, que vão de advertências, passando pelas multas, até a interdição desse estabelecimento”, diz Ana Virgínia . “Em circunstâncias especiais, consideradas de grave risco à saúde pública, a Anvisa atua diretamente”, observa a gerente.

Umas das principais ações da Anvisa com relação aos cuidados para garantir a qualidade dos alimentos é a elaboração de regulamentos técnicos sobre produtos, aditivos, contaminantes e embalagens, e de Boas Práticas de Fabricação para processos industriais de alimentos específicos. A Agência também coordena programas nacionais de inspeção sanitária em indústrias de alimentos.

Mesmo com todo o trabalho realizado pela Anvisa e pelas vigilâncias locais, Ana Virgínia destaca o papel do consumidor nesse processo, como fiscalizador. Os consumidores podem fazer as denúncias de irregularidades para a Agência pelo telefone 0800 61 1997 ou diretamente ao órgão de vigilância sanitária mais próximo de sua localidade. “É importante observar as condições sanitárias dos estabelecimentos, a integridade das embalagens e a temperatura a que está exposto o alimento, caso ele necessite de condições especiais de conservação”, alerta.

De acordo com a gerente, é necessário prestar atenção nas informações de rotulagem, como a designação do produto, identificação do fabricante, data de fabricação, prazo de validade, instruções de preparo e modo de conservação.

Vigilância inspeciona alimentos em Ponta Grossa

27/07/2007
Uma denúncia – afinal não confirmada – de que crianças que participam do Festival de Arte da Rede Estadual, no Complexo Ambiental teriam ingerido alimentos impróprios para consumo levou até o local, em data de ontem (quinta-feira, 27), fiscais da Vigilância Sanitária do município, assim como inspetores da 3a Regional de Saúde. Na verdade, foram registrados dois casos de desidratação, com duas pessoas sendo atendidas no local e removidas em segurança para um hospital, já tendo recebido atendimento médico. Ainda ontem, foi solicitado à Sanepar e imediatamente providenciada a instalação de novos pontos de abastecimento de água, assim como a distribuição de água em copos. A concentração de estudantes no Complexo Ambiental – várias centenas, de diversas cidades, participam do FERA – também atraiu vendedores ambulantes, a maioria dos quais sem autorização para instalar-se naquele local. Fiscais da Prefeitura de Ponta Grossa, com o suporte da Guarda Municipal, trataram de solicitar a saída de todos os ambulantes que estavam irregularmente no Complexo Ambiental, até como medida preventiva. A alimentação dos participantes do evento, sob responsabilidade da sua organização, é feita sob estrita fiscalização das autoridades sanitárias.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Vem por aí... Vitória Cine Vídeo - DE GRAÇA

Mostra Revelando os Brasis abre a programação do 15º Vitória Cine Vídeo

07/11/08 - 04h25
(Erik Oakes - Redação Gazeta Rádios e Internet


A partir de segunda-feira (10), o capixaba pode assitir aos 40 vídeos produzidos este ano na mostra que será realizada no Teatro Carlos Gomes.
A Mostra Revelando os Brasis segue até sexta-feira abrindo a programação do 15º Vitória Cine Vídeo. As exibições terão início às 18h30. A entrada é gratuita.
Os vídeos foram realizados por moradores de municípios com até 20 mil habitantes. O projeto é realizado pelo Instituto Marlin Azul e pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, com patrocínio da Petrobras e parceria do Canal Futura. Nesta terceira edição, foram selecionadas histórias de 18 estados. São ficções ou documentários que revelam um Brasil desconhecido para muitos. No Rio de Janeiro, por exemplo, Nilma Accioli transformou em filme a história de seis irmãs descendentes de escravos. A luta por um pedaço de terra marca a trajetória das irmãs até hoje. Expulsas de sua casa no passado, atualmente elas vivem isoladas, marcadas por fato tão traumático. Na rua, não conversam com ninguém. No Estado, uma das histórias é a das mulheres que fazem orações para que as pessoas reencontrem objetos furtados ou perdidos. Parece fantasioso, mas em Vila Valério, interior do Espírito Santo, elas existem. São as responsadeiras, pessoas que possuem, segundo os moradores, o dom do responso, que é uma forma de oração muito antiga na Igreja Católica. A fama dessas mulheres é tão grande na cidade que até mesmo o responsável em fazer os comunicados no alto-falante da igreja as indica quando alguém o procura para achar um objeto perdido. Essa história curiosa foi revelada no documentário 'As Últimas Responsadeiras', de Patrick Camporez Mação.

Ingressos:
A entrada para conferir a exibição dos vídeos do Projeto Revelando os Brasis é gratuita.
Os ingressos podem ser retirados, no dia da exibição, na portaria do Teatro Carlos Gomes a partir do meio-dia.


Além da mostra nacional, no mesmo período, o 15º Vitória Cine Vídeo promoverá o 9º Festivalzinho de Cinema, com uma programação infanto-juvenil destinada a três mil estudantes da rede pública municipal de ensino de Vitória, e o Cine Galpão Itinerante, com exibições ao ar livre em cinco bairros da capital.

De 19 a 21 de novembro, o Vitória Cine Vídeo realizará uma mostra de longas-metragens capixabas. A Mostra Competitiva Nacional de Curtas, Médias e Vídeos e o lançamento de longas-metragens inéditos no Estado serão realizados de 24 a 29 de novembro. Nesse período, também acontecerão as oficinas e palestras, o Cinema na Praia, o lançamento de livros e a homenagem a um grande nome do cinema brasileiro.

Sanduíche errado provoca briga em lanchonete de São Paulo


Um flagrante de confusão em uma lanchonete na Avenida Paulista foi registrado nesta quinta-feira (6/11). Um consumidor trocou agressões com o atendente do local. O motivo do tumulto foi o sanduíche que ele pediu e veio errado. As imagens começaram a ser gravadas logo depois de o consumidor esfregar o sanduíche e dar um soco no rosto de um atendente.
Depois que recebeu o dinheiro de volta, o homem saiu da lanchonete. A Policia Militar foi chamada pela lanchonete, mas chegou depois que o cliente já havia se retirado. A PM fez um termo circunstanciado do ocorrido.
Pessoal, tomem cuidado ao atenderem os clientes. Não sabemos de quem é a culpa ( se foi o funcionário que agrediu o cliente ou se ele só se defendeu contra o ataque) mas é o nome da empresa q foi para o jornal, tão vendo!!!
Fui agredido, diz homem de briga por lanche
O analista judiciário Fábio Luis Blackman Madeira, de 37 anos, disse nesta sexta-feira (7) ter sido agredido antes e estar "envergonhado" pela discussão que terminou em briga na lanchonete do Bob´s na Avenida Paulista, região central de São Paulo. O caso ocorreu na quinta (6), quando ele trocou tapas e socos com um atendente que não quis mudar o lanche. "Nunca mais vou pisar lá", comentou ele. Madeira afirma que trabalha no prédio do Tribunal Regional Federal 3ª Região (TRF3), colado ao Bob´s, há dez anos. Disse que costumava comer lá sempre, mas nunca tinha passado por situação parecida. No momento da discussão, um cinegrafista que ia comprar um sanduíche filmou a briga, o que deixou Madeira irritado.
Um trecho da imagem revela o momento em que o analista judiciário mostra a carteira de funcionário da Justiça e o crachá. Madeira se defendeu e disse que não estava dando uma carteirada. Eu queria mostrar que trabalho aqui no tribunal, que não sou um marginal", disse ele, lotado na Divisão de Taquigrafia do TRF3.
Com a voz muito calma ao telefone, falando baixo, Madeira admitiu que perdeu o controle. Ele só deixou a lanchonete quando conseguiu o dinheiro de volta. "Eu estava perturbado. Só queria trocar o lanche porque fizeram besteira". Ele contou que "já estava estourado" porque tinha tido uma manhã complicada. "Passei a manhã medicado. Achei que ia ter um treco", contou após ter ido a um hospital. Em seguida, foi trabalhar.
O caso: O analista não entrou em detalhes sobre o motivo da briga. Limitou-se a dizer que pediu uma coisa e recebeu outra. Segundo ele, só percebeu o suposto erro já no escritório. "Eu desci do prédio para trocar". Madeira contou que queria um sanduíche do mesmo sabor, mas só se estivesse pronto. "Não ia pedir para fazer outro".
Nas imagens exibidas, o analista aparece levando um tapa. "Levei um soco e tentei revidar". Apesar de ter trabalhado normalmente nesta sexta, Madeira se sente incomodado com a história. "Estou com vergonha. Está todo mundo no tribunal me olhando. Já chega de tanto ridículo".
Bob´s Por meio de nota, a assessoria de imprensa do Bob´s limitou-se a dizer que "a empresa lamenta o ocorrido e informa que está apurando os fatos". Companheiro de Gonzaga no tribunal, Almir Sani Moreira, 50, saiu em defesa do amigo. Ele disse que os atendentes do Bob´s naquela lanchonete vivem na correria, "gritando", o que "acaba virando bagunça e ocorrem erros". Moreira, que disse também ter tido problemas com pedidos trocados naquele Bob´s, estranhou o comportamento de Madeira. "Ele é super tranqüilo, brincalhão. Mas chega um momento em que a pessoa pode explodir".

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Azeite DE OLIVA

Quem não se lembra da divertida definição sobre um etílico como o melhor amigo do homem, do poeta Vinícius de Moraes, em declaração de amor e fidelidade a bebida. “Whisky é o cachorro engarrafado”, dizia. Porém em matéria de saúde, outro engarrafado – mas nada alcoólico – o azeite de oliva, é que mereceria com toda adequação a homenagem.
O azeite sempre foi um produto de grande importância. E isso desde os fenícios, como também para os etruscos, especialmente do ponto de vista econômico, pois entre aquelas civilizações já era um produto destinado à exportação. E nesse âmbito, parece que pouca coisa mudou até nossos dias. Toda a diversificada região ao redor do mar Mediterrâneo, em razão do micro-clima, sempre foi abençoada e especializada no assunto. O resto do mundo teve que se contentar com a importação.
Plínio, o Velho, nos tempos de Pompéia, relata os diferentes tipos de azeitonas conhecidas na sua época. Salienta, em especial, uma variedade muito rara e "mais doce que as passas de uva”, encontrada somente na Espanha. Logo, não deve ser a toa que este país, em pleno século 21 d.c., detém a maior produção mundial em óleos de oliva e tornou-se o maior exportador do produto. Já Catão recomendava uma dieta a base de azeitonas, especialmente para a massa de mão de obra escrava, pelo seu alto índice calórico e de proteínas.
Porém, um bom azeite parece jamais ter sido um pitéu para plebeus. “As 468 Receitas de Ricos” compiladas por Apicius, na Roma Antiga, comprovam a tese, onde citavam 10 ingredientes básicos para a preparação de um “prato de rico”, e por ordem de importância: pimenta, garum, azeite, mel, levístico, vinagre, vinho, cominhos, arruda e coentro. Apicius ainda insistia: “Para cozinhar um prato, são necessários em média oito ou nove destes ingredientes, os quais, devido ao seu preço, não figuram na culinária dos pobres”...
Felizmente as coisas mudaram neste aspecto e o atual modelo econômico contribuiu com certa democratização também à mesa... Afinal desembolsar em média de R$ 12 a R$ 20 por um produto importado, e ainda em se falando de meio litro de bom azeite virgem de olivas, não vai deixar ninguém na ruína – considerando que tal volume irá render muitos pratos e arremates culinários que justificarão o investimento. Mas, especialmente, considerando os aspectos “medicinais” e preventivos que o famoso óleo de oliva promove (e que todo o moderno conceito de alimentação equilibrada apregoa). Ele garante longevidade, baixa do colesterol, combate aos radicais livres, pele luminosa, fácil digestão, inibe a enxaqueca, ajuda na manutenção estrutural das membranas dos neurônios, previne certos cânceres, arteriosclerose, enfartos, derrames, artrites, etc. etc. – atributos que as outras gorduras comestíveis não garantem, convenhamos.
Em razão de tamanhas vantagens, e como “alimento funcional” – que previne doenças – o consumo mundial aumentou expressivamente. O Brasil acompanha atento a escalada. Segundo estimativa da Oliva (Associação Brasileira de Produtores, Importadores e Comerciantes de Azeite de Oliveira), no primeiro bimestre de 2007 foi registrado um crescimento de 32,7% nas importações de azeite em relação ao ano anterior, o que correspondente a mais de 5.200 toneladas vendidas contra 3.900, do ano anterior. Estima-se superar, até dezembro, a marca de 31.500 toneladas – porém, lembrando que o Brasil utiliza modesto 1% do óleo de oliva produzido no mundo.
O diretor da Mr. Man, empresa que comercializa os azeites espanhóis da marca Ybarra no Brasil, Diego Man, acredita no boom dos azeites, em razão do crescimento da informação, especialmente no item saúde – mesmo que até agora os azeites da Espanha tenham ficado com 22% da fatia do mercado brasileiro, o que significou um movimento de US$ 30 milhões.
Por tudo isso, a Mr. Man acaba de diversificar a oferta colocando três novos produtos da Ybarra na classe Extra Virgem (o tipo mais puro, que dispensa refino), no mercado nacional: Azeite Aromático, produzido 100% da azeitona Hojiblanca, com aroma de ervas frescas, ligeiramente amargo e picante com coloração verde amarelada; Azeite Intenso, um Extra Virgem das variedades de azeitonas Hojiblanca e Picual; Azeite Gran Selección Extra Virgem, um sofisticado blended das variedades Hojiblancas e Arbequinas, que é caracterizada por render um azeite suave, doce e com aroma de frutas maduras. A meta é atingir todo o varejo nacional, com preços entre R$17 e R21, em embalagem de meio litro. “O consumidor brasileiro já está apto a escolher variedades mais elaboradas e o mercado para o extra-virgem só tende a aumentar”, avalia o empresário. O sumo extraído das olivas, o azeite, está intrinsecamente vinculado aos hábitos das culturas mediterrâneas desde sempre. Mas é somente a partir do Império Romano que as olivas passam a ter cultivo sistemático e importância alimentar, figurando como um dos pilares da hoje famosa e saudável “Dieta Mediterrânea” – que, trocando em miúdos, quer dizer: trigo, azeite e vinho (complementando: verduras, frutas, lácteos e pouquíssima carne vermelha).
"Zitoun" e "Zite" (oliveira e azeite) é etimologia de origem semita, provavelmente fenícia. No idioma português, a palavra foi emprestada do árabe: “az-zayt”, literalmente suco de azeitona; já os italianos mantiveram o vocábulo latino “olio” – relativo à oliva. Seja como for, o melhor de todos continua sendo o tipo “extra virgem”, prensado a frio. Aqui o termo se refere a acidez. Segundo o COI (Conselho Internacional da Olivicultura), ficou estabelecido que um extra virgem não pode ultrapassar a 0,8% em acidez. Daí até 1,5% o azeite deve ser classificado como simplesmente virgem. Acima desse índice estamos diante de um azeite comum, necessitando de um processo de refino.
Por razões culturais e históricas, o azeite português segue sendo o mais consumido e o predileto entre os brasileiros. Mas quem lidera a produção do mundo é a Espanha, englobando 40% de todo o mercado mundial. O segundo maior produtor é a Itália, com 21%, seguida pela Grécia, responsável por 14%. Outros produtores, como Síria, Turquia e Marrocos, respondem por 15% da produção. Temos aqui que incluir os “azeites do Novo Mundo”, como os argentinos e chilenos – o primeiro, um fornecedor tradicional para o vizinho mercado brasileiro e os chilenos (que há muito se especializaram no agro-negócio de alto nível) estão abrindo fronteiras lentamente.
E por falar em azeite português, a empresa que detém a marca Gallo está festejando um índice nada desprezível: o azeite mais vendido no Brasil, em 2006! A tradicional marca portuguesa de azeites Gallo bateu recorde de vendas com a comercialização de 2,5 milhões de litros, o que representa um crescimento de 40% em relação ao ano anterior. A Gallo fechou o ano com um market share de 21,7% (A/C Nielsen 2006) no mercado brasileiro e consolidou a liderança absoluta emtodas as regiões do país.
"Este aumento é bastante expressivo e pode ser creditado a confiança conquistada entre o consumidor brasileiro, pois Gallo é uma referência que está presente na história das famílias brasileiras, desde a década de 30", afirma Rita Bassi, diretora-geral da Gallo Brasil. A diretora se apressa em esclarecer que, a despeito do tradicionalismo, a marca preferida dos brasileiros se empenha em agregar uma imagem moderna e atual ao produto. Está ai como prova, a série de campanhas promocionais, entre cursos, concursos, conferências na área da saúde e degustações dirigidas que a marca vem promovendo nos grandes centros. Daí que, mesmo sendo a líder de vendas em mercados não tão ilustrados e abastados, como o Nordeste brasileiro (onde as embalagens de 250ml. estouram em vendas), a Gallo não ousa em diversificar em produtos muito diferentes, em tipos de azeitonas ou azeites aromatizados. “Daria um nó na cabeça do consumidor”, alega Rita, que aponta a demanda crescente dos azeites, como “o novo sonho de consumo, até mesmo nas classes C”. A empresa Gallo, diante da tranqüila liderança no Brasil, acaba de lançar o Azeite Novo Extra Virgem – azeitonas novas e de acidez abaixo de 0,3% - destinado a esse emergente e melhor informado mercado que ela ajudou a formar.
“Uma parcela do consumidor brasileiro começa a conhecer e se interessar pelo assunto”, argumenta Rita Bassi, aludindo que paralelamente ao comércio é necessário criar uma “cultura do azeite”, assim como tem sido feito em outros setores, a exemplo do vinho. Sim, porque azeite é um universo tão ou mais complexo que seu “irmão de sangue” mediterrâneo. Assim como as vinhas, as azeitonas variam de cepas, aromas, qualidades, sabores. Garrafas de azeite também são datadas e sofrem os efeitos do tempo, da luz; um azeite virgem, tal como o vinho branco, deve ser consumido em no máximo 2 a 3 anos. E uma vez abertos, se oxidam, alterando-se as características.
Embora o Brasil venha respondendo por apenas 1% do consumo mundial de azeites (a parcimônia de 30 milhões de litros/ano), que atinge 3 milhões de toneladas anuais, já se registram sinais de “vida inteligente” nesse lado do planeta. Seja pelo viés da saúde, seja pelo ângulo da sofisticação da gastronomia, o fato é que lojas especializadas, como a Azaït, em São Paulo, estão encontrando um público ávido por novidades (à parte a variedade respeitável já presente nas gôndolas de bons supermercados).
O empresário Isaac Azar, que começou como importador e hoje trabalha com inúmeras marcas encontráveis na AZaït, apostou todas as fichas no azeite extra virgem. São mais de 70 variedades nessa linha, procedentes das mais qualificadas zonas produtoras do mundo. O cliente da Azït pode degustar de uma variada amostra antes de se decidir por um extra virgem italiano, ou grego, ou da Andaluzia, do Líbano, ou um azeite da Provence francesa. Aromatizados com ervas, trufas negras ou brancas, com pimentas ou de azeitonas mais suaves, para pratos a base de pescados, tudo pode ser encontrado nessa boutique de azeite, que também vem promovendo cursos de degustação para maior conhecimento do assunto. Os vidros de azeite mais procurados são os espanhóis e os italianos, informa a gerente da casa, Marta Abdalla. “A maioria de nossa clientela é composta de médicos, talvez porque eles já sabem de cor o que é bom para a saúde”, avalia.E aqui vai um resumo dos tópicos definidos por uma conferência mundial de saúde, sobre os benefícios do azeite, veiculado pela Associação Espanhola dos Exportadores de Azeite de Oliva (ASOLIVA):
O azeite de oliva virgem é uma fonte saudável de ácidos graxos e de centenas de micronutrientes, especialmente antioxidantes, como os compostos fenólicos, vitamina E e carotenóides.
Na teoria dos radicais livres, o envelhecimento é o resultado de danos oxidativos as células. Alguns desses danos convertem-se em disfunções celulares. Um baixo nível de ácido graxo monoinsaturado (do acido oléico) irá diminuir o estresse oxidativo celular.
A efetividade de uma dieta com azeite de oliva virgem no fortalecimento de membranas, por aumentar a resistência as modificações induzidas pelos radicais livres, já foi relatado. Foi também demonstrado que modificações oxidativas produzidas pela ingestão de gorduras fritas possam ser neutralizados quando usado o azeite de oliva.
O melhor aproveitamento dos teores graxos monoinsaturados (HDL) presentes nos azeites virgens se dá no consumo in natura – sem aquecimento.
Para cozinhar, o óleo de oliva também é o mais indicado, pois é a gordura que melhor suporta altas temperaturas sem causar danos e oxidar, como outros óleos. Mas no caso, basta um azeite comum, pois o extra virgem perde suas características se aquecido acima de 40o .

(matéria publicada na Forbes Brasil / maio 2007)
A temperatura e o alimento
Isaura Pinho Caliari

O verão traz consigo a alegria das férias e das festas, mas também, o perigo da temperatura que se eleva. Para o alimento, a temperatura, somada ao descuido é um mal que merece atenção.
Ano que termina, outro que se inicia, é a hora de fazer aquela lista de compromissos: o que devo fazer no próximo ano? Sugiro começar esta lista com uma afirmação:"Cuidados com os alimentos são cuidados com nossa saúde".
Ser radical, prestar atenção a tudo que se relaciona com a nossa alimentação é mais simples do que parece, e é o que faz a diferença.
a) Crie o hábito de lavar as mãos ao chegar em casa, principalmente, se for direto para cozinha.
b) Cuidado com a higiene dos ingredientes que usa.Deixe as folhas da salada mergulhadas em água comuma colher de vinagre, enquanto prepara outro prato.
c) Guarde na geladeira o que deve ser conservado gelado,não esqueça por horas, sobre a bancada da cozinha.
d) Tenha pelo menos três tábuas: uma para legumes, frutas e verduras, uma para aves e uma para outras carnes. Lave as tábuas depois de usá-las com uma solução de 1 litro de água para 10ml de água sanitária com concentração de 2% de cloro. Se a concentração de cloro for maior coloque menos água sanitária.

Pratique essas idéias, dissemine-as em sua família, transformando-as em bons hábitos!

Ratatouille e a Primavera
Isaura Pinho Caliari

Dicas & Truques

Assisti por estes dias Ratatouille, filme que leva o nome de um prato francês criado no século XVIII, trata-se de um divertido desenho animado onde o amor à cozinha transcende a repulsa natural que seria, ter ratos entre nossas panelas. Ratatouille que significa em português legume picado é um prato primaveril, colorido, de preparo rápido, prático, com um aroma que complementa os bons momentos, e é por este motivo que falo da primavera relacionando ao famoso guisado de legumes.O clima ameno e a explosão de cores na natureza são as principais características desta estação. E nesse período tão rico em legumes coloridos é propício para enfeitar nossa mesa com esta diferente, ao mesmo tempo contemporânea, e tradicional salada. Ela pode ser usada como acompanhamento de carnes, recheio de crepe, sanduíches ou canapés sobre torradas.
RATATOUILLE
Ingredientes (8 porções)
1 xícara de azeite
4 abobrinhas verdes pequenas em cubos médios
4 berinjelas pequenas em cubos médios
1 pimentão vermelho em cubos médios
1 pimentão amarelo em cubos médios
500g de tomates maduros picados sem pele e sem semente
3 cebolas médias em cubos
1 colher de sopa de alho picado
1 xícara de ervas frescas: tomilho e manjericão
2 folhas de louro
Pimenta do reino e Sal
Preparo
Há duas maneiras de fazer este prato, os puristas acham que devemos refogar separadamente cada legume, depois juntar tudo em uma panela, acrescentar os tomates nos últimos 2 minutos de cozimento e servir quente. Outros usam uma panela só e colocam os ingredientes por ordem do tempo de cozimento sempre com uma diferença de cerca de 2 minutos.
Primeiro o azeite depois os pimentões, a cebola, a abobrinha, o alho picado, o sal e a pimenta, e por último as ervas e os tomates.
Se desejar ainda pode ser levado ao forno para gratinar.
Dicas da receita
Berinjela
Corte-a em cubos mantendo a casca, distribua sal sobre os pedaços e deixe em um escorredor por pelo menos 30 minutos. Depois lave com água corrente enxugue e siga a receita.
Abobrinha
Use o mesmo procedimento da berinjela.
Pimentões
Ao limpar retire toda a parte branca de dentro dos pimentões
São estas partes que tornam o pimentão indigesto.
Alho
Se não gostar de alho substitua por alho poro, corte fino, ele tem sabor mais suave.
Inspire-se na Primavera!
Isaura Pinho Caliari

Dicas & Truques
Ao relacionar a primavera com a alimentação o mais provável é pensarmos em saladas, e temos razão, nelas as cores dessa estação se manifestam em sua melhor forma. O assunto é muito explorado, mas alguns comentários históricos e com relação a hora de servir a salada são interessantes.

A palavra salada deriva do latim herba salata, que significa erva salgada. Provavelmente as primeiras saladas de legumes e verduras frescas, eram temperadas somente com sal. Estas saladas cruas são muito apreciadas pelos franceses até hoje e chamadas de crudités. Alguns escritos culinários da Roma antiga, datados de Século I DC descrevem saladas mais elaboradas com legumes cozidos e crus temperados com ervas secas ou frescas, vinagre, óleo e um extrato de peixe salgado. O molho de vinagre lembra o nosso atual vinagrete básico e o extrato de peixe tem sua equivalência nas anchovas utilizadas em algumas saladas.

A arte de excitar os paladares é antiga e a salada pode iniciar ou não este processo. A salada de folhas pode ser servida como refrescante entrada, pode acompanhar o prato principal ou sucedê-lo. Ela pode até ser o prato principal em um almoço leve. Legumes cozidos ou crus, folhas de vários tons e texturas, mesmo que levem fatias de carnes frias, aves ou peixe, temperados com molho de limão, maionese, ou creme de leite também são consideradas saladas.

As cores possuem diversas qualidades e diversos efeitos excitantes sobre o sistema nervoso do observador. As cores são divididas em quentes e frias, as cores quentes são psicologicamente dinâmicas e estimulantes, sugerem alegria, excitação, movimento e proximidade, como a luz do sol, o vermelho do fogo, o verde profundo das matas. As cores frias são calmantes suaves e estáticas como o gelo, estas cores estimulam o afastamento e o isolamento.

Um almoço com pratos de carne ornamentados de pequenos tomates vermelhos, cenouras passadas na manteiga, brócolos ligeiramente escaldados, uma salada de couve-flor cozida e regada com um azeite de salsa picada são exemplos de como colorir seus pratos.

A primavera chega todo ano para mudar o tom das nossas vidas e das refeições, proximidade, calor é o que ela sugere. Para sentirmos a primavera é necessário que ela esteja também dentro de nós, trazendo alegria, sorrisos, que acompanham o bom-dia no elevador. Inspirar-se na primavera é saber dizer não, e estar disponível para o sim.

Mais Informações: Site Hortifruti

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Informações sobre combate à Dengue no estado do Espírito Santo
VIGILÂNCIA SANITÁRIA RECOMEÇA A VISTORIA
12/7/2004

Os fiscais da Vigilância Sanitária começaram a percorrer as padarias de Cachoeiro que foram classificadas com 1 ou 2 estrelas. No total, serão vistoriados 23 estabelecimentos, que tiveram 60 dias para se adequar às normas sanitárias.
Segundo Nametala Alves de Almeida, chefe da Vigilância Sanitária, ontem foram vistoriadas cinco padarias. “Geralmente são inspecionados 302 itens, e se forem encontradas irregularidades que interferem na qualidade do produto oferecido ao cliente, o local é notificado,” disse.

Autuações
Quando os fiscais voltam aos estabelecimentos irregulares e constatam que não foram feitas adequações, eles aplicam multas que podem chega a R$ 600; após três autuações o local pode ser interditado. Já aquelas padarias que se adequaram às normas sanitárias podem requerer nova visita dos fiscais a fim de requalificarem o estabelecimento, aumentando seu número de estrelas.
Segundo Nametala, os problemas mais comuns encontrados nesses locais são a falta de higiene nas cozinhas e falta de limpeza e manutenção dos maquinários e vasilhames utilizados no preparo dos alimentos. “Houve padarias em que encontramos até ratos e baratas nos ambientes de produção”, relata.
Ele lembra também que o estabelecimento, seja qual for, tem a obrigação de expor a classificação de estrelas que possui. “É uma forma de alertar o consumidor sobre a qualidade do produto que está adquirindo”, alerta Nametala. O consumidor que não encontrar explícitas as informações referentes à padaria podem denunciá-la à Vigilância Sanitária, já que é direito do consumidor ter à vista a qualificação do estabelecimento.